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Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_08_28/Ir-instala-mais-2-mil-centr-fugas-para-enriquecer-ur-nio-4504/ Read More
Os novos rumos do futuro que queremos!
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As amostras, cujas análises provocaram a inquietação, tinham sido colhidas em 2010. Na opinião dos cientistas, as substâncias radioativas podiam ter penetrado no lago aproximadamente em 2000, quando as águas da usina Mühleberg se infiltraram no rio Aare, unido por canais ao lago Biel.Posted by Nitschka
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| Mulher segura placa onde uma criança pergunta "O que acontece depois, mamãe?", em protesto na sede da Tepco, em dezembro |
Cascalho extraído dentro da zona de evacuação do Japão Fukushima nuclear transformou-se em projetos de construção na cidade de Nihonmatsu, incluindo uma escola primária e um condomínio, de acordo com relatos da mídia japonesa.

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Os ambientalistas andam de “orelhas em pé” quanto a problemática ecológica causada pelo tráfego naval. Os dados apontam para 90% das mercadorias entre países serem transportadas por navios em aproximadamente 100 mil unidades que singram o mar anualmente, sem contar os navios de guerra.
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| Autor(es): Joaquim Francisco de Carvalho |
| Valor Econômico - 21/12/2011 |
| Autor(es): CAROLINA VICENTIN |
| Correio Braziliense - 13/01/2012 |
Honras militares O presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, desembarcou ontem em Quito, na última parada da viagem pela América Latina. O líder islâmico foi recebido com honras militares na base aérea de Guayaquil, de onde partiu para reuniões privadas com o presidente Rafael Correa. Antes de chegar à capital equatoriana, ele passou pela Venezuela, pela Nicarágua e por Cuba. Na ilha, ele se encontrou com o ex-presidente Fidel Castro e com o atual mandatário, Raúl Castro. O iraniano reforçou os laços de amizade com os cubanos e obteve apoio para o uso pacífico da energia nuclear. A diplomacia norte-americana atravessou o mundo e conseguiu apoio de um importante aliado na pressão internacional que busca exercer sobre o Irã. O Japão, terceiro maior comprador do petróleo iraniano, aceitou impor um embargo às importações provenientes da república islâmica. A sanção ainda não tem data para entrar em vigor, mas os japoneses já quebram a cabeça para encontrar fornecedores alternativos. Analistas ouvidos pelo Correio afirmam que o aumento das restrições pode levar o país dos aiatolás a um colapso financeiro, como desejam os Estados Unidos. Isso, no entanto, não impediria um eventual conflito no Golfo Pérsico, a quebra do mercado petroleiro e consequências severas para a economia global, especialmente para as nações do leste asiático. O anúncio da decisão japonesa foi dado após uma reunião do ministro das Finanças, Jun Azumi, com o secretário do Tesouro norte-americano, Timothy Geithner. "O assunto nuclear é um problema que o mundo não pode ignorar. Por isso entendemos perfeitamente as ações empreendidas pelos Estados Unidos", disse Azumi. "Trabalhamos estreitamente com a Europa, o Japão e nossos aliados do mundo inteiro para incrementar consideravelmente a pressão contra o Irã", reforçou Geithner. O jornal Yomiuri Shimbun noticiou, no entanto, que os japoneses estariam tentando convencer os EUA a não levar as medidas restritivas para os bancos do país, que mantêm muitos negócios com as autoridades iranianas. Sem reservas fósseis e com um problema de fornecimento de energia após as explosões nas usinas nucleares de Fukushima, o Japão já corre atrás de possíveis parceiros comerciais. O ministro de Relações Exteriores, Koichiro Gemba, visitará, esta semana, a Turquia, a Arábia Saudita, o Catar e os Emirados Árabes Unidos, todos produtores de petróleo. "O problema é que há poucos países produtores com facilidade de acesso", lembra Paul Sullivan, professor de economia na National Defense University, em Washington. Embora o Irã não tenha dado continuidade à ameaça de fechar o Estreito de Ormuz — por onde escoa o petróleo de todos os países do Golfo Pérsico —, é possível que o governo islâmico retome essa ideia. "Algumas vezes, você pressiona um país de forma tão dura que essa tensão pode acabar levando a erros", diz. Exibição Para piorar ainda mais o complicado relacionamento entre os EUA e o Irã, a Marinha norte-americana enviou ao golfo um segundo porta-aviões, com cerca de 80 aeronaves a bordo. O porta-voz do Pentágono, John Kirby, disse se tratar de uma manobra de rotina, "planejada há muito tempo". É possível que um terceiro navio chegue à região, vindo da Tailândia. "Os EUA sempre mantiveram uma forte presença no local. Abandonar essa estratégia seria visto como um sinal de aceitação das ameaças e ultimatos iranianos e também deixaria os Estados do golfo nervosos", avalia Mehran Kamrava, diretor do Centro de Estudos Internacionais na Georgetown University. As manobras militares, a pressão econômica e a guerra verbal entre os dois países têm colocado governos e analistas de todo o mundo em alerta. Kamvara critica o que chama de aumento da retórica por parte dos iranianos, dos norte-americanos e também da União Europeia, em especial da França. "Por muito tempo, eu achei que cabeças mais frias iriam prevalecer em ambos os lados. Hoje, não estou tão otimista. Os ocidentais estão caminhando cegamente para uma guerra com o Irã", teme o professor. Além do envio do porta-aviões, 8 mil técnicos do Exército dos Estados Unidos desembarcaram em Israel, arqui-inimigo da república islâmica, nos últimos dias. Caso um conflito seja deflagrado, todo o mercado de petróleo será afetado. Para Paul Sullivan, os países asiáticos seriam os mais afetados. Japão e Coreia do Sul compram mais de 70% de seu petróleo de nações da região. |
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O Globo - 12/01/2012
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NOVA YORK. Os 32 países que dispõem de materiais que podem compor uma bomba atômica são normalmente muito discretos quando o assunto é segurança - dando ao público a impressão de um universo completamente fechado e vigiado por guardas armados. Nos bastidores, pessoas ligadas ao setor contam histórias de horror sobre práticas arriscadas e falhas na segurança que poderiam levar os ingredientes cruciais de uma arma atômica a cair em mãos erradas.
Agora, pela primeira vez, especialistas divulgaram publicamente um estudo que classifica os países conforme as precauções que eles tomam em relação ao setor. O estudo é cheio de supresas. A Austrália, por exemplo, vem em primeiro, como o país com melhor segurança nuclear. Já o Japão chega em 23º, atrás até do Cazaquistão e da África do Sul. Os EUA estão empatados em 13º com a Bélgica. O último lugar ficou com a Coreia do Norte, que o estudo concluiu ter uma série de deficiências em termos de segurança no setor.
O Irã apareceu na lista por enriquecer urânio, e recebeu uma péssima nota devido a uma série de fatores que inclui corrupção, instabilidade política e procedimentos pouco rigorosos de controle. Dos 32 países analisados, ele ficou em 30º lugar. Já o Japão foi mal avaliado por falta de uma agência reguladora independente.
O ranking foi elaborado por um grupo privado de Washington - Nuclear Threat Initiative - e uma empresas de Londres que analisa situações de risco, a Economist Intelligence Unit. O objetivo da pesquisa é alertar o mundo para os riscos e impulsionar melhorias no setor, diz Sam Nunn, um dos fundadores do grupo de Washington.
Para cada país, o estudo observou 18 fatores envolvendo a segurança nuclear, incluindo as proteções físicas, as formas de transporte e fatores sociais, como estabilidade política e corrupção. Entre os nove países claramente dotados de armas nucleares, o Reino Unido foi considerado o mais seguro.
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| O Estado de S. Paulo - 12/01/2012 | |||
Guerra nas sombras. Dois homens em uma moto acoplam artefato ao carro em que viajava químico da central de Natanz responsável por compra de equipamentos para enriquecimento de urânio do país persa; governo iraniano culpa Israel e EUA.
Um cientista nuclear iraniano que trabalhava como diretor na usina de Natanz, principal centro de enriquecimento de urânio do Irã, foi morto ontem na explosão de uma bomba no carro em que ele viajava. O artefato, que tinha um ímã, foi acoplado à porta do veículo por dois homens em uma moto. O Irã imediatamente culpou Israel e os EUA pelo assassinato.
O cientista foi identificado como Mostafa Ahmadi Roshan, de 32 anos. Segundo a TV estatal do Irã, ele era químico, trabalhava como diretor em Natanz e tinha "vínculos organizacionais" com a agência atômica iraniana - indicativo de que Roshan, provavelmente, tinha contato com partes estratégicas do programa nuclear do país.
Foi o quarto atentado em dois anos a cientistas que trabalham em usinas iranianas. A guerra nas sombras faz parte dos esforços de potências ocidentais e Israel para evitar que o Irã consiga dominar o ciclo completo de produção da bomba atômica. O governo iraniano, porém, afirma que seu programa tem apenas fins pacíficos.
Roshan seguia para a universidade onde dá aula por uma avenida da capital. Ele estava no banco do passageiro de um Peugeot 405 quando, às 8h30 (3 horas em Brasília), o explosivo foi detonado. O segurança que conduzia o veículo morreu no hospital, horas depois, e uma terceira pessoa que estava no carro ficou ferida.
Imagens da TV estatal iraniana mostravam o carro, parcialmente coberto por uma lona azul, sendo içado por um guindaste. Era possível ver um corpo dentro do veículo e marcas de sangue no asfalto.
"Esse odioso ato dos EUA e de Israel não mudará o curso de nosso programa", afirmou em nota a Agência de Energia Nuclear do Irã. Mohamed Reza Rahimi, vice-presidente iraniano, também afirmou que Israel está por trás do "ataque terrorista", mas garantiu que a inteligência israelense "não poderá impedir o progresso" do programa de Teerã.
Safar Ali Baratloo, identificado pela agência iraniana de notícias Fars como alto funcionário da área de segurança, também acusou Israel, dizendo que "a bomba magnética é do mesmo tipo" que a usada em outros atentados contra cientistas do Irã.
O governo americano negou o envolvimento no ataque e condenou a ação. "Não temos nada a ver com isso e condenamos veementemente todos os atos de violência, incluindo esse", disse o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, Tommy Vietor.
Do lado israelense, a resposta foi mais ambígua. O general Yoav Mordechai, porta-voz das Forças Armadas, postou em sua página do Facebook: "Não sei quem se vingou atacando o cientista nuclear, mas definitivamente não estou derramando nenhuma lágrima por isso". Mickey Segal, ex-diretor do departamento de Irã do serviço de inteligência militar de Israel, afirmou que Teerã "está sentindo a pressão internacional aumentar".
Roshan era formado pela Universidade Sharif de Tecnologia - prestigioso centro de pesquisa do Irã - e especializou-se na construção de camadas poliméricas. Essa tecnologia é usada para filtrar o gás de urânio, etapa do processo de enriquecimento da substância.
Em Natanz, ele era vice-diretor de assuntos comerciais e cuidava da compra de equipamentos para a usina. Roshan também dava aulas na universidade.
Localizada entre as cidades de Teerã e Isfahan, a usina de Natanz é peça central no processo de enriquecimento de urânio do Irã. Foi a revelação de sua existência, em 2003, que impulsionou potências ocidentais a fecharem o cerco a Teerã.
Na segunda-feira, a agência atômica iraniana havia anunciado a expansão das operações de enriquecimento de urânio para a usina de Fordo, construída no interior de uma montanha.
Guerra contra o Irã? Consultem os livros de história
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