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POR UM BRASIL LIVRE DE USINAS NUCLEARES

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CAMPANHA NACIONAL PARA COLHER ASSINATURAS, PROMOVIDA POR IMPORTANTES ENTIDADES BRASILEIRAS:
PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO, PELA INICIATIVA DOS CIDADÃOS, POR UM BRASIL LIVRE DE USINAS NUCLEARES
a) Para vedar a construção, a instalação e o funcionamento de usinas que operem com reatores nucleares para a produção de energia elétrica em qualqu...er ponto do território brasileiro;

b) Para determinar a desativação das usinas nucleares Angra I e Angra II, e seu desmantelamento no prazo de vinte anos;

c) Para determinar a imediata interrupção e o desmantelamento das obras da usina Angra III no prazo de dez anos.

Abra ou baixe o formulário para as assinaturas pelo endereço:
http://www.syntonia.com/antinuclear/FORMULARIO-PEC-ANTINUCLEAR.PDF

Abra ou baixe a proposta completa pelo endereço:
http://www.syntonia.com/antinuclear/PROPOSTA-PEC-ANTINUCLEAR.PDF

Organizações proponentes:

- Aliança pela Infância do Brasil
- Coalizão Brasileira contra Usinas - Nucleares
- Conselho Nacional do Laicato do Brasil – CNLB – Regional Sul 1
- Escola de Governo de São Paulo
- Fundação Lama Gangchen para Cultura de Paz
- Greenpeace Brasil
- Iniciativa Popular Contra Usinas Nucleares
- Movimento Paulo Jackson – Ética, Justiça, Cidadania (Bahia)
- SAPE – Sociedade Angrense de Proteção Ecologica
- Tardö Ling – Centro de Desenvolvimento Humano Cultural e Filosófico.
- Setorial Ecossocialista do PSOL

Organizações apoiadoras

- Fundação Software AG
- Federação das escolas Waldorf do Brasil
- Associação Comunitária Monte Azul
- Fórum pela Humanização do Social
- Ibase – Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas
- TERRA VERDE E AZUL
- Agora Em Defesa do Eleitor
- Ceagua-Centro de Educação Ambiental/Guararema/SP.

NOVOS APOIOS SERÃO PUBLICADOS EM BREVE NO SITE:
www.brasilcontrausinanuclear.com.br

COMPARTILHE, DIVULGUE, BAIXE E IMPRIMA O FORMULÁRIO, COLHA ASSINATURAS, ENVIE AS FOLHAS ASSINADAS PARA A CAIXA POSTAL INDICADA NO FORMULÁRIO!

CONVIDE TODOS SEUS AMIGOS CLICANDO NO BOTÃO ABAIXO DA FOTO DO EVENTO!!!

Links:

ARTICULAÇÃO ANTINUCLEAR BRASILEIRA
http://antinuclearbr.blogspot.com/

COALIZÃO BRASILEIRA CONTRA USINAS NUCLEARES
http://www.brasilcontrausinanuclear.com.br/proposta-de-emenda-a-constituicao/

INICIATIVA POPULAR CONTRA USINAS NUCLEARES
https://www.facebook.com/groups/iniciativapopularantinuclear/

CAMPANHA "BRASIL LIVRE DE USINAS NUCLEARES"
https://www.facebook.com/event.php?eid=214504661953328

SEMANA ANTINUCLEAR:
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/semana-antinuclear-voluntrios-nas-ruas/blog/37790/

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AIEA e INB: duas siglas parceiras contra a população de Caetité

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Este Post com base na denuncia a seguir:

Tayane:

Sobre o acidente com uranio na Bahia (Caetité) não achei nenhuma mobilização por parte do governo,por enquanto eles estão afirmando que a quantidade de uranio despejada acidentalmente não é prejudicial,no entanto os níveis de urânio são sete vezes acima do recomendado para consumo humano (Organização Mundial da Saúde).Fazem mais de 8 meses de investigação deste caso,os moradores não tem água potável,dependem de um caro-pipa que não supre a necessidade de todos,as denúncias foram feitas em 2008,e não é a primeira vez que ocorrem...
Segundo Odair dias gonçalves “Caetité é uma região uranífera. Com isso, naturalmente, pode vir a apresentar, em alguns pontos, traços de água com índices de radioatividade mais altos. Isso é perfeitamente normal”(FOI CONFIRMADO QUE O URANIO CONTIDO NA AGUA DOS RIOS VAZOU DE UMA PISCINA DE DECANTAÇÃO)
A única atitude observada pelo governo foi uma multa á INB...enquanto isso os moradores continuam sem agua potavel!

Fonte de informação sugerida por Tayane:


Beber água no interior da Bahia é um risco para a saúde


AIEA e INB: duas siglas parceiras
contra a população de
Caetité

Internacional — A estatal INB trombeteia hoje uma conclusão no mínimo curiosa dos especialistas da AIEA: que a operação de extração de urânio em Caetité, conduzida pela INB é virtualmente perfeita, segura e ambientalmente corretíssima.
A estatal INB trombeteia hoje uma conclusão no mínimo curiosa dos especialistas da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA): que a operação de extração de urânio em Caetité (BA) conduzida pela estatal Indústrias Nucleares do Brasil (INB) é virtualmente perfeita, segura e ambientalmente corretíssima.
Isso tudo a AEIA concluiu em uma vista que durou apenas dez dias. Ninguém viu os dados coletados para tal conclusão tampouco os integrantes da missão foram entrevistados pela imprensa. Em outras palavras, a AEIA repete a INB: “Se o assunto é contaminação por urânio, la garantia soy yo!”
O quadro traçado é dos sonhos. Nessas horas, a sabedoria popular ensina que o dito está bom demais para ser verdade. E realmente não é isso que se vê por lá. Lendo apenas o informe no site da estatal, distribuído pela imprensa, pode-se concluir que os especialistas não olharam além dos muros da INB.
Qualquer pessoa que converse com a população no entorno da mina sabe que a realidade é outra. As explosões diárias na mina racham paredes de casas e espantam a fauna. O pó resultante da explosão, cheio de urânio, espalha-se num raio de centenas de metros, atingindo residências, plantações e animais. Poços que abastecem dezenas de famílias estão contaminados por urânio, conforme atesta o Instituto de Gestão de Águas da Bahia (Ingá).
A INB, que enquanto estatal deveria zelar pelo bem-estar da população, se faz de surda e cega e afirma que nada de errado acontece na cidade. Diz ela fazer análises periódicas da água dos poços do município. Seriam 16 mil por ano, desde o início das operações em 2002. Essas análises nunca apareceram, ninguém de fora nunca viu. Diz também a INB que nunca detectou qualquer grau de radioatividade nocivo à saúde humana, o que contradiz tanto o parecer do Ingá quanto análises feitas pelo Greenpeace em 2008.
Mas pior cego é aquele que não quer ver. O chefe da missão da AEIA, Peter Waggitt, chegou a falar que “a unidade de mineração, além de ser um lugar bonito para ser visitado, é também um local limpo, bem cuidado”. Bem cuidado, até pode ser. Já a noção de beleza é no mínimo curiosa, senão equivocada. Qualquer pessoa que viu uma mina sabe que organizada pode ser, mas nunca é bonita. Além disso, é como dizer que a pessoa mora em uma casa bonita sem olhar onde seu esgoto é jogado.
O Greenpeace aguarda ansiosamente que as conclusões da AEIA sejam expostas para o público, para comparar o escrito com o real. Porque, pelo informe da estatal, não podemos estar falando da mesma Caetité.


Fonte: http://www.greenpeace.org/brasil/nuclear/noticias/aiea-e-inb-duas-siglas-parcei
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Lula cada vez mais nuclear

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Este Post existe graças a denuncia a seguir:

✿~Dirley Anne~✿:

Sabia que tem um depósito de lixo nuclear em Itu-interior de SP
e pior, quase ninguém de lá sabe disso -.-
Entrei em contato com os organizadores do Site da cidade, e eles prometeram fazer uma matéria a respeito.
Nem eles sabiam antes do meu email.

O que preocupa é que aquele depósito está lá a mais de 30 anos e não se divulga nada sobre as condições do local.
Como sempre, quando o assunto é Acidente Nuclear, os governantes parecem querer esconder que é um problema.
Fonte de informação sugerida por Dirley Anne:
http://www.youtube.com/watch?v=T0lfzyQzpUQ
Documentário de Fernando Gabeira (1985) sobre o material radioativo (contendo urânio) enterrado na periferia da cidade de Itu, São Paulo. São destacadas as precárias condições de armazenamento do lixo atômico, a preocupação e a posição de representantes da população local, que não foram consultados e sequer comunicados sobre a construção do depósito.


Texto de: Sérgio Dialetachi, da Fundação Henrich Boell
A decisão do Governo Federal de construir a usina Angra 3 esconde, na verdade, a sua intenção de recriar o malfadado Programa Nuclear brasileiro, pressionado por grandes construtoras, pelos funcionários das estatais do setor e por um grupo de militares, principalmente da Marinha.
A primeira aventura nuclear do Brasil resultou nas duas usinas de Angra dos Reis-RJ, que juntas representam hoje menos de 2% de nossa capacidade de geração de eletricidade, tendo consumido mais de quarenta bilhões de dólares, sendo oficialmente considerada como responsável por um terço da dívida externa do país em 1985.
Em campanhas presidenciais passadas, Lula e Minc (chamado por alguns de Ministro de Mídia Permanente), pronunciaram-se veementemente contra o tal Programa Nuclear, dizendo que “o dia que tivermos um governo democrático e popular neste país, nós vamos fechar essa m#@*&”, ao mesmo tempo em que apontavam em direção às usinas nucleares atrás deles.
No entanto, o que se vê hoje é uma tragicômica farsa em que os dois governantes, fingindo serem muito rígidos na autorização para a construção de Angra 3, fazem sessenta exigências que nada ou muito pouco alteram a obra em si. Dentre as tão propagadas “condicionantes” estão, por exemplo, a inclusão do tema “manguezais” nas palestras feitas para escolas pela Eletronuclear (estatal responsável pela construção), a apresentação de estudos de solo já exigidos - obrigatoriamente - no licenciamento pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), e a instalação de uma estação de monitoramento do ar do tipo convencional, similar às localizadas na Grande São Paulo e que medem concentrações de gás carbônico, metano e ozônio, por exemplo, o que não é o caso de uma usina nuclear. Outras “demandas” acabarão por ser custeadas pelo Tesouro Nacional ou pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, como é o caso do saneamento básico da cidade de Angra dos Reis.
De todas as “exigências” feitas, a única que talvez tivesse efeito sobre a construção era a da localização de uma solução definitiva para o lixo radioativo produzido pelas usinas nucleares, o que não foi encontrado em parte alguma do planeta, mesmo depois de quase setenta anos de esforços da indústria nuclear no mundo. Mas até nesse caso, prevaleceu apenas o “jogo de cena”, sendo permitido que a tal “solução” fosse apresentada “até o término da obra”, o que permitirá a criação de um fato consumado: depois de pronta a usina de bilhões de dólares, quem não irá acioná-la por falta de cumprimento da tal “condicionante”?
Assim, ignorando pareceres jurídicos diversos que julgam que a obra fere a Constituição brasileira, que prevê a necessidade de aprovação pelo Congresso Nacional que toda e qualquer atividade na área nuclear (Greenpeace e Ordem dos Advogados do Brasil/RJ), e que a concorrência pública para a sua construção, feita há mais de duas décadas, não é mais válida (Ministério Público Federal), Lula insiste na concretização de Angra 3.
Mas isto não é à toa! Na verdade, Angra 3 é só a ponta de um novo grande e custoso iceberg. A nova usina nuclear, longe de aumentar significativamente a capacidade de geração de eletricidade do país (1%) e propiciar-nos segurança energética, visa apenas “dar escala” a uma claudicante e deficitária indústria nuclear nacional. Com mais reatores construídos, justificar-se-iam outros investimentos, principalmente no processo de enriquecimento de urânio, tão acalentado pelos militares.
Dessa maneira, mesmo consciente de que a geração de eletricidade através de reatores nucleares é muito mais cara do que por fontes renováveis e limpas, Lula deu sinal verde para a formulação de um novo “pacote nuclear”, que prevê a construção de reatores no Nordeste e no Centro-Oeste, a exploração de uma segunda mina de urânio em Santa Quitéria-CE (onde toda a infraestrutura de água, energia e transporte está sendo custeada pelo Governo Estadual), a ampliação das instalações para enriquecimento de urânio, a criação de um estaleiro (estimado em vinte e quatro bilhões de reais) para a construção de uma frota de submarinos nucleares (sob o pretexto da proteção do petróleo do pré-sal), etc.
A Eletrobrás está empenhada em encontrar um local para os dois primeiros reatores nordestinos, que deverão ser do modelo desenvolvido pela Marinha em Iperó-SP (nunca testado) e terão 1.000 MW cada. As buscas levam em conta a necessidade de grande volume de água para a refrigeração desses reatores, a proximidade de centros consumidores, a existência de linhas de transmissão já construídas e uma situação política confortável (Governador e Prefeito favoráveis ao projeto). Nessas condições, haveria uma preferência por Pernambuco, mas Bahia, Sergipe e Alagoas também são cogitados.
Vale lembrar que técnicos da Eletronuclear também já estiveram no Baixo Tietê procurando identificar sítios apropriados para a instalação de novas centrais nucleares, o que ocasionou manifestações contrárias lideradas por cerca de cinquenta prefeitos paulistas. As buscas teriam, então, sido deslocadas para o Mato Grosso do Sul.
No entanto, para muitos especialistas no setor, o Governo Lula deveria, antes de pensar em qualquer expansão da indústria nuclear no país, solucionar os problemas que ela tem causado ao longo de sua história, como a contaminação do solo em São Paulo (na Usina Interlagos) e Itú-SP (no depósito do Botuxim), do lençol freático na mina de urânio de Caetité-BA, e - muito pior - dos seus trabalhadores, como denunciado pelo Sindicato dos Químicos de São Paulo ou como comprovado pelo recente acidente em Angra 2, que atingiu seis operários.
Como argumento definitivo no sentido de que a precaução e a solução do passivo ambiental já existente deveriam estar em primeiro plano, está a admissão pela própria CNEN de que metade das fontes radioativas deste país (ou seja, mais de trinta mil delas) estão fora de controle das autoridades. São capsulas contendo irídio, cobalto, iodo, etc., similares à que causou a tragédia de Goiânia em 1987, quando dezessete gramas de Césio-137 contaminaram seis mil e quinhentos brasileiros (número de vítimas reconhecidas oficialmente pelo Governo goiano).
Ao autorizar a formulação de um novo pacote nuclear, Lula se esquece dos “imbróglios” internacionais em que já nos metemos, como o contrabando de urânio beneficiado para Saddam Hussein em 1981, e do desvario do Programa Militar Paralelo, que teve como ápice a construção secreta de um poço para testes de bombas atômicas na base da Aeronáutica na Serra do Cachimbo-PA (fechado “simbolicamente” somente em 1991, apesar de a Constituição brasileira proibir a fabricação de artefato bélico nuclear desde 1988).
julho de 2009

Fonte: http://www.natbrasil.org.br/Docs/boletimenergianova/nuclear.html
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